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O Assunto do Momento

“Eu não tinha que falar aquilo”: Pai Aturmento pede desculpas a Francisco Texeira e ao povo

O influenciador angolano Pai Aturmento voltou a movimentar as redes sociais após publicar um vídeo onde pede desculpas públicas a Francisco Texeira e aos seus seguidores. Durante o pronunciamento, Pai Aturmento reconheceu que não deveria ter feito determinadas declarações contra Francisco Texeira e decidiu abrir o coração diante do público. “Eu não tinha que falar aquilo contra ele. Desculpa ao Francisco Texeira. Nunca fui comprado pelo Governo. Ele sabe da vida que eu tenho e tudo que eu tenho é fruto do meu trabalho”, declarou. O influenciador aproveitou ainda para pedir desculpas ao povo e afirmou confiar totalmente em Deus diante das críticas e possíveis tentativas de cancelamento nas redes sociais. “Quem quiser cancelar, mesmo com o meu pedido de desculpas, está livre. Mas vou te falar uma coisa: as minhas redes sociais só vão cair se Deus permitir, porque Deus é quem me sustenta”, acrescentou. As declarações rapidamente geraram reações entre internautas, sobretudo porque outro in...

DOMÉSTICA DETIDA NO ZANGO 0 ACUSADA DE IMPORTUNAÇÃO SEXUAL CONTRA MENOR DE TRÊS ANOS


Cidadã de 30 anos foi apresentada esta segunda-feira na Esquadra do Zango 0. Polícia confirma que caso já está sob investigação do SIC. Vítima é filha da entidade patronal.

Uma empregada doméstica de 30 anos foi detida na manhã desta segunda-feira, 18 de maio, pela Polícia Nacional, suspeita de prática de crime de importunação sexual contra uma criança de três anos. A detenção ocorreu na Esquadra do Zango 0, na província do Icolo e Bengo.

A vítima é filha da entidade patronal da suspeita, que trabalhava há sete anos numa residência do condomínio Vida Pacífica, no Zango 0.

Denúncia partiu da família  

Segundo a Polícia Nacional, a mãe da menor apresentou a denúncia após a criança relatar o ocorrido no domingo, 17 de maio, enquanto assistia a desenhos animados. A família afirma que confrontou a funcionária na segunda-feira, antes de acionar as autoridades.

A suspeita foi detida para averiguações e o processo foi remetido ao Serviço de Investigação Criminal, SIC, que agora conduz as diligências. A Polícia confirmou a detenção durante a apresentação da cidadã à imprensa.

Posição das autoridades  

O porta-voz do Comando Provincial de Luanda da Polícia Nacional reforçou que o caso segue os trâmites legais e que vigora o princípio da presunção de inocência. “A cidadã encontra-se detida para investigação. Só o tribunal pode determinar a culpa”, declarou.

O Código Penal Angolano prevê pena de prisão de 5 a 12 anos para crimes de abuso sexual de menores de 14 anos.

Apelo à denúncia  

As autoridades voltam a apelar aos cidadãos para denunciarem imediatamente qualquer suspeita de crime contra menores através do terminal 113 ou na esquadra mais próxima.

A matéria será actualizada assim que houver novos desenvolvimentos oficiais sobre o caso.




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