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O Assunto do Momento

“Eu não tinha que falar aquilo”: Pai Aturmento pede desculpas a Francisco Texeira e ao povo

O influenciador angolano Pai Aturmento voltou a movimentar as redes sociais após publicar um vídeo onde pede desculpas públicas a Francisco Texeira e aos seus seguidores. Durante o pronunciamento, Pai Aturmento reconheceu que não deveria ter feito determinadas declarações contra Francisco Texeira e decidiu abrir o coração diante do público. “Eu não tinha que falar aquilo contra ele. Desculpa ao Francisco Texeira. Nunca fui comprado pelo Governo. Ele sabe da vida que eu tenho e tudo que eu tenho é fruto do meu trabalho”, declarou. O influenciador aproveitou ainda para pedir desculpas ao povo e afirmou confiar totalmente em Deus diante das críticas e possíveis tentativas de cancelamento nas redes sociais. “Quem quiser cancelar, mesmo com o meu pedido de desculpas, está livre. Mas vou te falar uma coisa: as minhas redes sociais só vão cair se Deus permitir, porque Deus é quem me sustenta”, acrescentou. As declarações rapidamente geraram reações entre internautas, sobretudo porque outro in...

PRESIDENTE DA REPÚBLICA RECEBE ADALBERTO COSTA JÚNIOR E REJEITA PROPOSTA DE “PACTO PARA ESTABILIDADE NACIONAL”



O Presidente da República de Angola, João Lourenço, recebeu em audiência o líder da UNITA, Adalberto Costa Júnior, na sequência da proposta de um pacto para a estabilidade e reconciliação nacional apresentada pelo maior partido da oposição.

Segundo uma nota oficial, a proposta submetida pela UNITA inclui medidas como a aprovação de uma nova Constituição da República, uma Lei de Reforma Política e ainda uma Lei de Amnistia Global e Perpétua destinada a cidadãos envolvidos em crimes económicos e financeiros, mediante o pagamento de multas equivalentes a 30% do património obtido ilegalmente.

Na resposta apresentada após o encontro, o Executivo considerou que pactos políticos desta natureza costumam surgir em cenários de transição política, ruptura institucional ou crises graves, situações que, segundo o Governo, não se verificam actualmente em Angola.

O Executivo recordou ainda que o país vive em paz desde 2002 e realiza regularmente eleições desde 2008, defendendo que as instituições do Estado continuam a funcionar dentro da normalidade constitucional.

Neste contexto, o Governo entende que não existem razões políticas ou institucionais que justifiquem a criação do referido pacto político, defendendo que os assuntos de interesse nacional devem continuar a ser tratados com base na Constituição e nas leis em vigor.

A Presidência da República reforçou igualmente que a UNITA possui legitimidade parlamentar para apresentar propostas legislativas através do seu grupo na Assembleia Nacional.

O encontro entre João Lourenço e Adalberto Costa Júnior volta a colocar no centro do debate temas como reconciliação nacional, reformas políticas e combate à corrupção. Porque em Angola, até quando os políticos falam de estabilidade, o país inteiro começa imediatamente a tentar adivinhar qual é a turbulência escondida atrás da palavra.


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