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O Assunto do Momento

“O meu pedido de desculpas continua firme”: Jade Moura reage após decisão do Tribunal

A apresentadora angolana Jade Moura voltou a pronunciar-se publicamente após ter sido absolvida pelo Tribunal da Relação de Luanda no processo por alegada difamação movido pelo artista Hélder Felipe Lupango, conhecido artisticamente como Bass. Numa publicação feita nas redes sociais, a comunicadora reafirmou o pedido de desculpas que já havia dirigido ao músico, sublinhando que o seu arrependimento continua sincero e que mantém sentimentos de respeito e gratidão pela forma como foi recebida na altura. “O meu pedido de desculpas continua firme e sincero. Quero agradecer-te, mais uma vez, por na altura teres aceitado ouvir o meu pedido de desculpas e por me teres perdoado”, escreveu. Na mesma mensagem, Jade Moura desejou saúde, felicidade e sucesso a Bass, manifestando o desejo de que o artista continue a cuidar da sua família e a desenvolver a sua carreira profissional com tranquilidade. A publicação surge depois de a apresentadora anunciar que foi absolvida pelo Tribunal da Relação de ...

PAI PROFETA VAI A JULGAMENTO A 12 DE JUNHO APÓS DENÚNCIAS DE AMEAÇAS, INCITAÇÃO AO ÓDIO E DISCRIMINAÇÃO APRESENTADAS POR BIBA


O cidadão popularmente conhecido como Pai Profeta será julgado no próximo dia 12 de Junho, às 10h00, no Tribunal de Comarca de Luanda, no âmbito de um processo-crime movido pela activista Biba, que o acusa de alegadas ameaças, incitação ao ódio e discriminação com base na orientação sexual.

O processo, registado sob o n.º 1748/24.3TPLDC, será apreciado pela 3.ª Secção da Sala dos Crimes Comuns e é considerado um dos casos mais mediáticos dos últimos meses, devido ao intenso debate que gerou na opinião pública e nas redes sociais.

De acordo com informações avançadas pela equipa de defesa da queixosa, os factos em análise enquadram-se em infracções previstas e puníveis pelo Código Penal Angolano, cabendo agora ao tribunal apreciar as provas e os argumentos apresentados pelas partes envolvidas.

A defesa de Biba é composta pelos advogados Imisi de Almeida, Roquiana Gunza e Guiomar Kuenda, que deverão acompanhar o processo durante as sessões de julgamento.

Está igualmente prevista a presença de representantes de organizações da sociedade civil ligadas à promoção e defesa dos direitos humanos, incluindo o Arquivo de Identidade Angolano, entidade que tem acompanhado o caso devido à sua relevância jurídica e social.

O julgamento deverá reacender o debate em torno de temas como liberdade de expressão, direitos fundamentais, discriminação e protecção das minorias, assuntos que estiveram no centro das discussões desde que o caso se tornou público.

A sessão marcada para 12 de Junho corresponde ao arranque da fase de julgamento e não representa qualquer decisão definitiva sobre os factos em apreciação, uma vez que caberá ao tribunal avaliar todas as provas antes de proferir uma sentença.

Com a aproximação da data, cresce a expectativa em torno daquele que é apontado por muitos observadores como um dos processos judiciais mais acompanhados da actualidade em Angola.

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